São sorrisos senhora...
Sorrisos rasgados, mas mal passados!
Inocentes e maldicentes,
Orgulhosos e desgostosos!
São olhares senhora...
Empedrenidos e perdidos!
Adorados e mal amados,
Escarnecidos e esquecidos!
Um Eu errante, um Eu descalço, Caminhando pelas farpas de um caminho doce, De cheiro azul... azul celeste. De língua de fora, arfando o ar rarefeito, Sem medo de nada, sem tristeza seguida. Vagueio cansada, mas cheia de mim, Que o azul é celeste, e o caminho é doce.
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