As costas das mãos estão voltadas contra os joelhos frios
Numa suplica de calor.
Os cabelos cobertos por uma neblina de pó,
Caem direitos sobre os ombros nus, ansiando pele.
Pés cruzados no chão fresco, encostam-se como gémeos,
E tremem... por não darem mais os mesmos passos de sempre.
É tarde, demasiado tarde e o frio vai ficar.
Cobre-te! Recolhe as mãos e aninha-te contra o teu peito.

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