Há demasiado pó na cadeira onde te esperei
Para me sentar nela outra vez.
Agora tenho apenas um banco inquieto,
Onde fumo cigarros de lembrança...
E bebo cafés de talvez.
Um Eu errante, um Eu descalço, Caminhando pelas farpas de um caminho doce, De cheiro azul... azul celeste. De língua de fora, arfando o ar rarefeito, Sem medo de nada, sem tristeza seguida. Vagueio cansada, mas cheia de mim, Que o azul é celeste, e o caminho é doce.
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