Atam-se os fios de uma ponta à outra do estendal,
Recolhe-se o cheiro a lavado.
O alpendre está cheio, de mulheres agudas.
Catarolam o ontem cheio de tudo, de adeus e de bem vindos,
E há sons de botas cansadas acabadas de chegar.
O lume é forte, e escalda as faces,
Batem-se portas, e fecham-se cortinas de sol.
Vamos para dentro,
É hora de jantar.

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