De todos os números que contei, não te vi em nenhum deles.
Escondeste-te atrás do sete pra enganar o nove, mas não estavas... nem no quatro que tanto gostas. Subi até ao cinquenta e dois, mas... também não.
Atrás da porta que fechaste, ficaram as caixas de cartão velho, com uma barata louca, ou simplesmente só.
Oito trancas puseste, uma de vidro, outra de cobre, de papel, de linha e de linho, de ouro, de barro e de ferro. Não consigo abrir a porta, nem encontrar-te nos números. Fica só, com a barata.

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